Modelo cooperativista ganha escala no transporte rodoviário, mas ausência de gestão integrada compromete controle, transparência e rentabilidade
a tecnologia deixa de ser apenas operacional e passa a ocupar um papel estratégico na tomada de decisão. “Decisões baseadas em dados integrados, confiáveis e de fácil leitura são o que sustentam um crescimento saudável. É quando o lucro deixa de ser uma promessa futura e passa, de fato, a aparecer
“A gestão integrada transforma dados em inteligência. O empresário deixa de trabalhar no achismo e passa a enxergar claramente quanto custa cada veículo, quais rotas são rentáveis, quais clientes consomem margem e onde estão os gargalos financeiros da operação”, afirma Roger Maia.
Alguns custos só se tornam visíveis quando os dados são analisados de forma integrada. Pneus, por exemplo, podem representar até 20% do custo operacional de uma frota. “Trocas prematuras por excesso de carga, rotas inadequadas, calibragem incorreta ou falta de rodízio passam despercebidas sem rastreabilidade por veículo e quilometragem”, diz o CEO da Vilesoft.
Um dos sinais mais comuns desse desequilíbrio aparece quando a operação cresce, mas o caixa não acompanha. "O faturamento sobe, a frota roda mais, mas o lucro parece sempre ficar para o próximo mês. Esse é um indicativo claro de que o crescimento está mascarando ineficiências estruturais", destaca o executivo.
Embora o faturamento cresça com o aumento da frota em circulação, muitas transportadoras convivem com margens cada vez mais apertadas. De acordo com estudos setoriais da CNT, os custos operacionais podem representar até 90% da receita bruta de uma operação de transporte rodoviário, sendo combustível, manutenção e pneus alguns dos principais vilões quando não há controle integrado.
Em um setor responsável por mais de 65% da movimentação de cargas no Brasil, segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), empresas de transporte enfrentam um desafio silencioso que compromete diretamente a rentabilidade: a falta de integração entre áreas operacionais, manutenção, abastecimento e financeiro.
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