PEGN/Globo

Um dos sinais mais comuns desse desequilíbrio aparece quando a operação cresce, mas o caixa não acompanha. "O faturamento sobe, a frota roda mais, mas o lucro parece sempre ficar para o próximo mês. Esse é um indicativo claro de que o crescimento está mascarando ineficiências estruturais", destaca o executivo.

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